sexta-feira, 25 de janeiro de 2013


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

 
 

SÉ de LISBOA

Construída, ao que tudo indica, sobre a antiga mesquita muçulmana, o primeiro impulso edificador da Sé de Lisboa deu-se entre 1147, data da Reconquista da cidade, e os primeiros anos do século XIII, projecto em que se adoptou um esquema idêntico ao da Sé de Coimbra, com três naves, trifório sobre as naves laterais, transepto saliente e cabeceira tripartida. Nos séculos seguintes deram-se as transformações mais marcantes, com a construção da Capela de Bartolomeu Joanes, do lado Norte da entrada principal, o claustro dionísio, que apesar da sua planta irregular se inclui na tipologia de claustros góticos portugueses e, especialmente, a nova cabeceira com deambulatório, mandada construir por D. Afonso IV para seu panteão familiar.
Ao longo da Idade Moderna o edifício foi objecto de enriquecimentos arquitectónicos e artísticos.
Na Capela de santo Ildefonso pode ver-se o sarcófago do século XIV de Lopo Fernandes Pacheco, companheiro de armas de D. Afonso IV, e da sua esposa Maria Vilalobos. Na capela adjacente estão os túmulos de D. Afonso IV e da esposa D. Beatriz.
O claustro gótico a que se chega pela terceira capela da charola, tem duplos arcos elegantes com belos capitéis esculpidos.
Uma das capelas ainda exibe um portão de ferro forjado do século XIII.
Nos Claustros, as escavações arqueológicas revelaram vestígios romanos e outros.

À esquerda da entrada a capela franciscana contém a pia onde o santo foi baptizado em 1195 e está decorada com azulejos que representam Santo António a pregar aos peixes. Na capela adjacente existe um Presépio barroco feito de cortiça, madeira e terracota de Machado de Castro.

O topo da escadaria abriga uma variada colecção de pratas, trajes eclesiásticos, estatuária, manuscritos iluminados e relíquias associadas a São Vicente, contudo a peça mais preciosa da catedral é a arca que contém os restos mortais do santo, transferidos do Cabo de São Vicente para Lisboa em 1173.

MUSEU do TEATRO ROMANO

Situado na vertente Sul da encosta do Castelo de São Jorge, o Museu do Teatro Romano está instalado num imóvel seiscentista, na área provável de uma das antigas entradas do Teatro. Inaugurado em 2001, pretende mostrar o que foi o Teatro da antiga cidade de romana de Felicitas Iulia Olisipo (designação romana da cidade de Lisboa).
O Museu do Teatro Romano é um espaço museológico consagrado ao teatro romano de Lisboa, que foi construído na época do Imperador Augusto e ocupa a vertente sul da colina do Castelo de S. Jorge.
O teatro, abandonado no século IV d.C., permaneceu soterrado até 1798, ano em que as ruínas foram descobertas após o terramoto de 1755. Objecto de várias campanhas arqueológicas desde 1967, foi assim recuperado parte das bancadas, da orquestra, da boca de cena e do palco e grande número de elementos decorativos.
O Museu do Teatro Romano, apresenta no percurso uma área de exposição, um campo arqueológico e as ruínas do Teatro. Para além da exposição de materiais e elementos recolhidos, o Museu disponibiliza suportes multimédia com informação sobre o Teatro e a sua história, actualizando os dados sobre a arqueologia, os planos de conservação e recuperação.
O Teatro Romano de Lisboa e as suas ruínas, formam um conjunto monumental, património cultural de Lisboa e do país. Este núcleo é um dos principais testemunhos materiais e artísticos da cultura clássica e da civilização romana, que deram forma e dimensão urbana à cidade desde o século I até meados do século V.
 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Almoço de Natal da USE


No passado dia 14 de dezembro realizou-se o tradicional almoço de natal da USE.
Estiveram presentes individualidades convidadas, professores e alunos num total de 126 convivas.
O almoço foi seguido de animação dinamizado por alunos da USE: Poemas, Teatro, Cavaquinhos, Fado, Coro, Tuna e Danças Etnográficas.
Como sempre os alunos e professores participantes estiveram no seu melhor. Para todos, alunos, professores e comunidade em geral a Coordenação da USE e Direção da Associação de Professores-Encoprof desejam um Santo Natal e um óptimo Ano 2013.
 

 








sexta-feira, 23 de novembro de 2012


terça-feira, 20 de novembro de 2012

MAGUSTO 2012
 
Celebrou-se no passado dia 12 de Novembro, na USE, o Magusto.
Uma tarde de convívio e boa disposição, que contou com a atuação da nosso Tuna e Escola de Cavaquinhos.




quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Visita a Marvão e Castelo de Vide
Realizou-se no dia 10 de Novembro uma visita a Marvão e Castelo de Vide.
Foi um dia agradável e bem passado.
 


 
 

 
 

Marvão
Bem próxima da fronteira de Espanha, situada entre Castelo de Vide e Portalegre, a mais de 800 metros de altitude, na região Alentejana, rodeada por muralhas do século XIII e do século XVII, a encantadora Vila de Marvão domina a paisagem.
Nascida por razões defensivas, é a única fortificação portuguesa que manteve valor estratégico até ao século XIX e também a que apresenta um mais rico património histórico-militar. Marvão participou em todas as guerras de Portugal contra inimigos externos, fazendo parte da primeira linha defensiva do território português.
Marvão tem bem mais para oferecer, como a Igreja Matriz do século XV, a antiga Igreja de Santa Maria - Museu Municipal.
Localizada bem às portas do Parque Natural da Serra de São Mamede, do alto de Marvão tem-se vistas surpreendentes sobre toda a área envolvente.

Fora das muralhas, merecem igualmente destaque a Capela do Espírito Santo e o Convento de Nossa Senhora da Estrela.
Nesta visita por terras alentejanas não deixe de provar a gastronomia típica desta região, desde da sopa da castanha aos pratos de carne como migas de entrecosto, coelho ou cabrito. Mas não é só nos pratos principais que esta região delicia os seus visitantes, nas sobremesas destacam-se as boleimas de maçã, as enxovalhada e as queijadas.
Castelo de Vide
Castelo de Vide é uma bonita Vila alentejana, sede de concelho, localizada numa colina da Serra de São Mamede.
O casario branco florido da Vila que sobe e desce a colina, encimado pelo Castelo, cruza-se com anos de história e ocupação bem remota. Castelo de Vide, pela beleza que orgulhosamente exibe é conhecida por “Sintra do Alentejo”.
Diversos são os monumentos e locais de interesse da vila, destacando-se o alto do seu Castelo e os bonitos panoramas, mas também a “Judiaria”, um dos exemplos mais importantes e bem preservados da presença judaica em Portugal, remontando ao século XIII, preservando-se aqui igualmente um dos maiores espólios de arquitectura civil do período gótico. A Judiaria ainda preserva a Sinagoga, as janelas e portas ogivais das habitações e as portas da oficina ou comércio, algumas decoradas com símbolos profissionais.
Na Praça D. Pedro V encontra-se a Igreja de São João Baptista, o Hospital, instalado na casa onde nasceu o estadista Mouzinho da Silveira, a igreja Matriz e a Câmara Municipal e entende-se o encanto da Vila, pintada de branco e embelezada por várias casas senhoriais e brasonadas que respiram história.
A gastronomia do concelho é também rica e tradicionalmente Alentejana, merecendo destaque pratos como o Sarapatel (prato elaborado com as vísceras de borrego ou cabrito), o ensopado de cabrito ou as migas com entrecosto, assim como os variados licores produzidos na região.
 

 


 

Participação da USE no fórum solidário

No dia 25 de Outubro, a Tuna da USE  participou no fórum solidário "Encontro entre gerações" que se realizou no CNEMA entre os dias 25 e 27 de Outubro.